quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Por que as pessoas gritam?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”
Mahatma Gandhi

terça-feira, 26 de abril de 2016

                                     Maria Anjinha Borboleta

             Maria Anjinha Borboleta apareceu aqui neste mundo assim como quem não quer nada! Chegou de mansinho e foi crescendo no coração de todos que acompanharam sua breve passagem por aqui! Sua mãe Sandra, em sua chegada, quase deixou esse mundo, mas o Amor que tinha por ela, por seu irmãozinho Leon e irmãzinhas Isis, Marina, Gabriela e Helena, por seu pai AnJoão, família e amigos, e a Fé que habita em seu coração, fizeram com que retomasse suas forças para acolhê-la com todo carinho.
             Maria Anjinha Borboleta foi crescendo, devagarinho... uma vitória a cada dia, a cada graminha que ganhava! Uma linda corrente de oração se formou na Alegria do compartilhar! Fomos todos envolvidos num aprender a viver um dia de cada vez, sem que pudessemos, de maneira alguma, prever o que iria acontecer. A única coisa a fazer era entregar, de todo o coração, dia-a-dia, essa caminhada ao Pai!
            Cerca de quatro meses se passaram até que um dia Maria Anjinha Borboleta deixou seu casulo e alçou grande e eterno voo. Num primeiro momento, todos ficamos tristes com sua partida. Mas o tempo foi nos ensinando que a perda faz parte dessa vida. E que a dor pode – e deve! -  ser transformada em Amor!

            A vida continuou para os que aqui ficaram! Seu pai, que também era anjo, logo em seguida, a seguiu em seu voo! Dez anos se passaram! Seu irmão e suas irmãs continuam seguindo seu caminho por aqui! Sua mãe também seguiu em frente, buscando crescer na Alegria que é o presente de viver! Encontrou um novo Amor (deve ter sido enviado pelos Anjos!), e segue procurando realizar os dons que lhe foram dados, agradecendo todos os dias, tocando a vida com leveza!