Tocando a Vida com Leveza
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
O Lavrador e seus filhos (Fábula)
Ouça O Lavrador e seus filhos #tocandoavidacomleveza de Sandra Witkowski #np na #SoundCloud
https://soundcloud.com/sandra-witkowski-930539553/o-lavrador-e-seus-filhos
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Por que as pessoas gritam?
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”
Mahatma Gandhi
terça-feira, 26 de abril de 2016
Maria
Anjinha Borboleta
Maria Anjinha Borboleta apareceu
aqui neste mundo assim como quem não quer nada! Chegou de mansinho e foi
crescendo no coração de todos que acompanharam sua breve passagem por aqui! Sua
mãe Sandra, em sua chegada, quase deixou esse mundo, mas o Amor que tinha por
ela, por seu irmãozinho Leon e irmãzinhas Isis, Marina, Gabriela e Helena, por
seu pai AnJoão, família e amigos, e a Fé que habita em seu coração, fizeram com
que retomasse suas forças para acolhê-la com todo carinho.
Maria Anjinha Borboleta foi crescendo,
devagarinho... uma vitória a cada dia, a cada graminha que ganhava! Uma linda
corrente de oração se formou na Alegria do compartilhar! Fomos todos envolvidos
num aprender a viver um dia de cada vez, sem que pudessemos, de maneira alguma,
prever o que iria acontecer. A única coisa a fazer era entregar, de todo o
coração, dia-a-dia, essa caminhada ao Pai!
Cerca de quatro meses se passaram até que um
dia Maria Anjinha Borboleta deixou seu casulo e alçou grande e eterno voo. Num
primeiro momento, todos ficamos tristes com sua partida. Mas o tempo foi nos
ensinando que a perda faz parte dessa vida. E que a dor pode – e deve! - ser transformada em Amor!
A vida
continuou para os que aqui ficaram! Seu pai, que também era anjo, logo em
seguida, a seguiu em seu voo! Dez anos se passaram! Seu irmão e suas irmãs
continuam seguindo seu caminho por aqui! Sua mãe também seguiu em frente,
buscando crescer na Alegria que é o presente de viver! Encontrou um novo Amor
(deve ter sido enviado pelos Anjos!), e segue procurando realizar os dons que
lhe foram dados, agradecendo todos os dias, tocando a vida com leveza!
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